sexta-feira, 18 de junho de 2010

VOCÊ ESTÁ PRONTO PRA CASAR?


VOCÊ ESTÁ PRONTO PRA CASAR?
(Por Marcos Botelho)

Nestes últimos dias só tenho respondido a mesma pergunta repetidas vezes: Você está preparado para o casamento?
Lógico que respondo: estou! Mesmo sabendo que é muito mais que palavras, é algo que acontece bem antes da cerimônia de casamento.

O que é estar preparado para o casamento?

É ter certeza de que gosta da pessoa com quem está casando? Isso é muito importante, mas não, não significa que alguém está pronto para casar porque gosta da pessoa.
É ter dinheiro para casar e sustentar o cônjuge? Também é importante, mas está longe de significar estar pronto para casar.
É estar maduro, olhar que já experimentou quase tudo na vida e chegar a conclusão de que está na hora de firmar um relacionamento? Também não.
É quando todos olham para vocês dois e falam que vocês formam um ótimo casal? Acredito que isso é uma dica, mas que não significa estar pronto para casar.

O que é estar pronto para casar então?

Um bom tempo atrás, conversando com um amigo que tinha passado por uma separação, descobri algo muito importante que está nas entrelinhas do amor e que é a base para saber se você está pronto para casar.
Pois descobri, antes mesmo de casar, com companheiros casados, que chegarão dias na vida de casado onde nem você e nem a pessoa estão atraentes, onde o sexo não está mais tão gostoso e que dura alguns minutos, alguns dias um vai estar tão chato a ponto de ser insuportável e que você vai olhar e pensar: a pessoa que eu casei não é esta?
São fases que não duram para sempre, mas que muitos casais não conseguem passar por ela. É um vale onde o amor é colocado em cheque e quase nunca chega em dois ou três anos de namoro. Vem depois que já está casado, onde se perdeu a novidade, onde o pior do outro se encontra.
O que vai manter os dois casados é a mesma coisa que solidificou o amor para a decisão de se casar: O compromisso.

Isso mesmo, você sabe que está pronto para casar quando você toma um compromisso com Deus, com o cônjuge e principalmente com você mesmo. É uma decisão de estar do lado desta pessoa para amá-la, pois foi firmado em um compromisso sagrado.

Esta é uma decisão, pelo menos no meu caso, que se toma sozinho em seu quarto. É uma consciência de entrega, de hombridade, uma decisão de vida selada por Deus na sua alma.
Nos dias bons, esta decisão nem precisará ser lembrada, serão dias de alegria, descoberta, de prazer e júbilo. Mas nos vales escuros, quando nada der certo, a angústia assolar a alma, o inimigo jogar na cara as varias coisas que você fez em “vão” para seu cônjuge, quando você pensar que o amor se esfriou ou não existe mais, você vai encontrar na raiz desta árvore murcha o compromisso selado por Deus.

E na solidão da sua alma, vai respirar fundo, se humilhar e continuar caminhando clamando: Senhor abrevia este vale sombrio, pois sei que vai passar e vou ter prazer e jubilo de novo!
Sabemos quando estamos prontos para casar, quando o amor solidificado em um compromisso interno de ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-a e respeitando-a até que a morte nos separe.

Escrito por Marcos Botelho.

Em ritmo de Copa!!!


Em rito de copa...!!!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

DEUS QUER MAIS DESTA GERAÇÃO


Deus quer mais dessa geração m João 2, versos 13 a 17, lemos acerca do episódio de Jesus entrando no Templo e expulsando os cambistas que faziam do local um lugar de comércio. Como ressalta o texto, era a época da páscoa. Segundo a tradição e a Lei, os sacrifícios deveriam ser oferecidos no Templo. Mas não poderia ser qualquer sacrifício, qualquer animal. Havia regras e procedimentos a serem observados, todos eles estabelecidos pela Lei. Diz o livro de Levíticos que o animal deveria ser sem defeito(veja Levíticos 3:1). E para cada tipo de sacrifício, uma lei específica. E caberia ao sacerdote, ao povo, trazer de casa o melhor dos animais para o altar, algo que custasse sacrifício, cuidado, zelo, sangue. Eram necessários também, além da consagração, o tempo e a dedicação para preparar um animal "em holocausto e cheiro suave ao Senhor".

Contudo, não era o que estava acontecendo quando Jesus esteve no Templo. Por detrás da venda e do comércio dos animais, estava a venda e comércio de sacrifícios ao Senhor. O caminho estava sendo encurtado. O preço não estava sendo pago. Davi disse certa vez: "Não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada"(veja II Sm.24:24). Quando Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os cambistas, no mundo espiritual Ele estava derrubando e demolindo as fórmulas.

O que acontece também hoje? Muitas vezes vamos aos cultos e esperamos encontrar na igreja o que há muito deveria estar na nossa casa, no nosso íntimo com Deus, no nosso lugar secreto. Até um tempo atrás, era comum ter uma lista de músicas para louvar e adorar ao Senhor. Nada de errado com isso, claro. Porém, algo começou a acontecer quando isso se tornou uma metodologia, uma fórmula. Há algo que também tem acontecido no nosso meio: é a chamada "adoração extravagante". Isso também está se tornando uma fórmula. As músicas de louvor e adoração, idem. E quando começamos a usar nossas fórmulas, o Espírito Santo passa então a procurar alguém que esteja disposto a ouvi-lo e a obedecê-lo. Quando não encontra, ele se assenta e assisti, procurando alguém que esteja disposto a dar a ele algo de valor: sua vida.

É tempo de acordar. É tempo de largar os novos métodos de adoração e começar a ouvir o Espírito Santo, que diz: "Eu quero você por inteiro". Está mais que na hora de pagarmos um preço por Sua presença e pelo avivamento. E pagar por isso custa caro. Você está disposto a abrir mão do que for preciso? Porque o Evangelho nada mais é do que renúncia. "Negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me" foi o que disse Jesus. O Espírito está gritando nesses dias: "É tempo de voltar". A nossa caminhada com Deus não pára. Sempre haverá algo novo a ser revelado sobre Sua pessoa.

Deus quer mais dessa geração. Ele quer mais de você e de mim. Daremos a Ele algo que não nos custe nada? Sempre haverá um preço a pagar. Até que ponto estamos dispostos a isso? Lembre-se: sem sacrifício não há fogo. E sem fogo não há glória. Que nos restará, então?

Deus abençoe
Nívea Soares

Comportamento dos músicos durante o Culto


Um dos motivos de maior reclamação dos líderes para com os músicos na igreja é o modo como temos nos comportado durante o culto, mais precisamente ao término do período de cânticos. É comum deixarmos transparecer que terminado nosso “compromisso”, encerra-se também nossa “participação” e “responsabilidade”. Cultuamos a Deus apenas quando estamos com instrumentos e microfones nas mãos, proferimos palavras bonitas como: “Olhe para seu irmão! Glorifique! Adore ao Senhor! Pule! Dance! Receba!” E quando descemos do púlpito não somos mais os mesmos. Retiramos a máscara que cobria nossos rostos e expressões, que nos tornavam “adoradores” tão “sinceros” e “semelhantes” aos 24 Anciãos. Vamos para os corredores ou para fora do templo conversar sobre os mais diversos assuntos. Homens falam sobre futebol, mulheres falam sobre si mesmas, os mais jovens completam a rodinha de amigos na qual só faltava ele. E o culto que fomos prestar? E as belas palavras que há minutos havíamos falado perderam-se ao vento?

Isso sem falar quando estamos lá fora e o dirigente nos chama outra vez para “louvar” e saímos às pressas a procura de nossas máscaras que havíamos deixado no banco ao lado de nossas Bíblias (quando a levamos, é claro!!!). Voltamos ao culto e parece estar tudo normal, até o momento que outro grupo de música sobe ao púlpito e, mais uma vez, não temos a mesma participação que tínhamos exigido da igreja há alguns minutos. Sem falar no Pastor ou dirigente que quando vai ler à devocional ou a mensagem da noite convocando a todos a ficar em pé e não levantamos do “conforto que nos afasta de Deus”. Em outros momentos, chegamos em cima da hora da realização do culto e estamos afinando nossos instrumentos ou equalizando nossos microfones quando a devocional está sendo lida. Não se “passa” o som antes do culto!! Será que não temos a responsabilidade de ao menos chegar 30 minutos para orar e tratar das questões de sonorização junto ao sonoplasta? Será que não perturbamos o ouvido daqueles que foram cultuar em verdade? Com essas atitudes, será que o nosso louvor passa do teto? De fato, nunca precisaremos dar satisfação a homem nenhum, mas com que autoridade nós chegaremos à frente de nossa congregação, tomando essas e outras atitudes? Como teremos respaldo e subsídios para solicitar a igreja que ela deve comprar equipamentos novos para o grupo, se nem sequer nosso papel estamos cumprindo como deveríamos?

É até tolerável que após uma ministração, com a qual nós falamos tanto, pulamos e dançamos bastante, irmos tomar uma água e em seguida ir ao banheiro, contanto que bem rápido para não sermos observados, porém se estivermos administrando os cânticos da igreja com esses maus costumes, devemos desde já, estar ciente que Ele fechará os seus olhos e ouvidos para não nos ouvir (Isaías 1:10-18 e Amós 5:23), seremos comparados a destruidores (Provérbios 18:9) e ainda, o nosso “louvor” será como uma fumaça para os olhos e vinagre para os dentes de Deus (Provérbios 10:26).

Deixemos este mau costume que se tornou hábito dentro das nossas igrejas, meus amados. Lembremo-nos de que estamos adorando ao Grande Eu Sou, ao Todo-Poderoso, ao Único e Infalível Deus que por sua misericórdia nos tirou do lamaçal de pecados para que vivamos uma vida de exaltação ao Seu nome, para que quando fomos dirigir nosso cântico em louvor a Deus, Ele fique de pé em seu sublime trono e se agrade daquilo que O temos dedicado, nossa canção. Tomemos uma atitude enquanto é tempo. Mais uma vez gostaria de lhe recomendar um hino por título “Quem é você”, do mais novo cd do grupo Trazendo a Arca, do álbum Pra Tocar no Manto.

Que Deus nos abençoe


Por Jefferson Souza - Adorador

terça-feira, 15 de junho de 2010

Frase do Dia

"As vezes pra avançar é necessáro dar um ponto final!!!" (Idayane)